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Sábado, 27 de fevereiro de 2021

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Maggi divulga resposta de sertanejo de MT que rebateu Imperatriz com música de Jorge e Mateus

Da Redação - Viviane Petroli

01 Mar 2017 - 11:47

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Maggi divulga resposta de sertanejo de MT que rebateu Imperatriz com música de Jorge e Mateus
A atitude do jovem cantor sertanejo de Mato Grosso em rebater com o samba enredo da escola Imperatriz Leopoldinense com a gravação de um videoclipe com a música “Mastigando Água” foi repercutida pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. A canção que traz na letra pontos como "Você por tantas vezes fala mal de mim" e "Se o que te mata a fome foi eu que plantei" retruca o samba enredo da escola carioca, que neste carnaval trouxe em sua letra trechos como "o belo monstro rouba as terras dos seus filhos / devora as matas e seca os rios / tanta riqueza que a cobiça destruiu".

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O videclipe da música "Mastigando Água" gravada pelo cantor sertanejo de Mato Grosso e filho de produtor rural em Lucas do Rio Verde, Enrique Valcanaia, foi lançado no dia 23 de fevereiro, como o Agro Olhar já comentou.
 
Em suas redes sociais no último dia 27 de fevereiro, Blairo Maggi destacou querer em meio a época de carnaval, onde se ouve samba e marchinhas, compartilhar a música de Valcanaia. O ministro salientou que "A letra fala do trabalho no campo com práticas sustentáveis e seguras, do empenho em zelar pela preservação do meio ambiente e ao mesmo tempo da responsabilidade de produzir o alimento".
 
A publicação de Maggi no Facebook, por exemplo, já teve mais de 330 curtidas e 179 compartilhamentos.


 
A música originalmente foi gravada pela dupla sertaneja de sucesso Jorge e Mateus, em 2013. A canção escrita por Caca Moraes, Joel Marques e Maracaí.
 
A reportagem do Agro Olhar, na ocasião do lançamento do videoclipe gravado por Enrique Valcanaia, entrou contanto com a assessoria de imprensa do cantor mato-grossense e por meio de nota o músico externou ser "Inaceitável que a maior festa popular brasileira, que tem a admiração e o respeito da nossa classe, seja palco para um show de sensacionalismo e ataques infundados pela Escola Imperatriz Leopoldinense. O setor produtivo e a sociedade não podem ficar calados diante a essa injustiça. É preciso que o Brasil e os brasileiros não só enxerguem e reconheçam a importância do nosso setor, como se orgulhem dessa nossa vocação de alimentar o mundo".
 
Com polêmica ‘ala dos agrotóxicos’ e carro de ‘Belo Monstro’, a Imperatriz Leopoldinense foi à terceira escola a desfilar na Sapucaí na madrugada de segunda-feira, 27 de fevereiro. A escola levou indígenas para a Sapucaí. O enredo da escola irritou diversos setores do agronegócio.
 
“Xingu, o clamor que vem da floresta" era o nome do samba-enredo, que foi puxado por Arthur Franco. A ideia de levar os indígenas para a avenida foi do carnavalesco Cahê Rodrigues.
 
A escola de samba, como o Agro Olhar também comentou, a quatro dias do carnaval chegou a anunciar a mudança do nome da ala denominada “Os fazendeiros e seus agrotóxicos” para “O uso indevido dos agrotóxicos”. A ala em questão foi a que mais causou impacto e revolta em meio ao setor produtivo mato-grossense e brasileiro.

Confira o videoclipe:

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