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Curso de identificação de árvores e madeiras serão ministrada em setembro em Sinop

Da Redação - Vanessa Alves

26 Ago 2014 - 15:39

Foto: Reprodução/Internet

Curso de identificação de árvores e madeiras serão ministrada em setembro em Sinop
A viabilidade econômica, através da coleta de sementes e produção de mudas, é um dos principais pontos a ser discutido no curso de Identificação de Árvores e Madeiras do Bioma Cerrado. Voltado para a capacitação da agricultura familiar o curso será realizado em Sinop pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As atividades promovidas pelo projeto Semeando o Bioma Cerrado terão como tema a coleta de sementes de espécies nativas e a produção de mudas como uma atividade econômica fomentando o mercado estadual.

Segundo o Embrapa, o curso será realizado entre os dias 18 a 20 de setembro na seda da instituição do município. O curso tem como público principal os agricultores familiares, assentados, extrativistas e profissionais ligado ao setor florestal.

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Para um dos coordenadores do projeto Semeando o Bioma Cerrado, Rodrigo Gomes, além do fortalecimento do mercado de mudas e sementes, o projeto visa mostrar que a reserva legal também pode ser uma área economicamente viável.
Na programação do curso terá parte teórica e, na maior parte do cronograma, serão atividades práticas no campo e em laboratórios. Os interessados em participar do curso podem entrar em contato com Rodrigo Gomes pelos telefones (66) 3211-4364 e (66) 9212-6362 ou pelo email: rodrigo.gomes@colaborador.embrapa.br.

Outros Projetos

O projeto Semeando o Bioma Cerrado promoverá cinco cursos para coletores de sementes em Mato Grosso. Os curso está no cronograma para serem ministradas ainda este ano. Além do treinamento sobre identificação de espécies, está previsto para o mês de novembro um módulo sobre marcação de matrizes.

Os coletadores capacitados através destes cursos, irão fazer a coleta em cinco áreas iniciais. Duas delas na área de preservação permanente da Embrapa, uma no parque florestal de Sinop, outra no campus da UFMT e uma última em uma fazenda ainda não definida. A expectativa é a de ampliar em mais 20 área de colata, em áreas de assentamentos de reforma agrária.

As sementes coletadas serão utilizadas para fins de pesquisa, para produção e comercialização de mudas e também para plantio direto em trabalho de recomposição florestal.

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