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Acrimat

Integração entre campo de universidade pretende diminuir gargalos da pecuária

Especial para o Agro Olhar - Thalita Araújo

23 Set 2012 - 17:15

Foto: Thalita Araújo

Integração entre campo de universidade pretende diminuir gargalos da pecuária
Teoria e prática são feitas para andarem juntas, embora nem sempre se encaixem perfeitamente. Com o objetivo de casar estas duas realidades, a Associação dos Criadores de Mato Grosso, Acrimat, inicia em Mato Grosso o Workshop Pecuária de Corte, que vai unir o setor produtivo e o setor acadêmico rodadas de discussões.

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Os encontros têm como objetivo levantar problemas e sugerir soluções dentre os temas cria, integração lavoura pecuária, confinamento, recuperação de pastagens degradadas e sustentabilidade socioeconômica e ambiental.

Até o final de outubro, seis municípios, os quais concentram 70% do rebanho mato-grossense, serão contemplados com o workshop. São eles: Pontes e Lacerda, Cáceres, Sinop, Alta Floresta, Nova Xavantina e Tangará da Serra.

De acordo com o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, o projeto deverá ser contínuo e contempla municípios onde existam cursos de agronomia, medicina veterinária e zootecnia, nos campi da Unemat e UFMT, instituições parceiras.

O presidente da Acrimat, José João Bernardes, ressalta que esse encontro da prática, representada pelos pecuaristas, com a teoria da academia “será um grande embrião para a solução de problemas do setor, além de ser um processo de disseminação de conhecimento”.

Amado de Oliveira, consultor técnico da Acrimat e coordenador do projeto, diz que o diálogo com o meio acadêmico foi muito fácil e cheio de receptividade, o que foi muito importante e demonstra que a universidade também estava carente de diálogo com o setor.

O Workshop

Os encontros em cada cidade serão iniciados com palestras e, em cada local, serão selecionados 40 universitários, 5 professores e 5 pecuaristas. Grupos contendo um professor, um pecuarista e 8 alunos serão divididos e cada um ficará com um dos temas propostos para discussão.

Os grupos devem levantar, durante um dia todo de trabalho, as principais demandas e gargalos dentro de cada tema, discutindo e apontando possíveis soluções.

Ao final desta etapa do projeto, um professor da Universidade de São Paulo, USP, irá contribuir na formação de um relatório, que deve ser apresentado até o fim do mês de novembro.
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