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Quarta-feira, 25 de maio de 2022

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queda de 1,72%

Cuiabá apresenta primeira queda no valor da cesta básica após cinco semanas

Foto: Reprodução

Cuiabá apresenta primeira queda no valor da cesta básica após cinco semanas
O Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio em Mato Grosso (IPF-MT) divulgou, nesta quinta-feira (21), a primeira retração no valor da cesta básica na capital mato-grossense. O recuo observado foi de 1,72% na terceira semana de abril sobre a semana anterior. Entre os 13 produtos avaliados, o tomate e a batata tiveram respectivamente, maior queda e maior aumento em seus valores.

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De acordo com a assessoria da Fecomércio, o valor médio da cesta básica na terceira semana de abril foi de R$ 731,53 contra os R$ 744,34 apurado na segunda passada. Entre as duas semanas, houve uma redução de R$ 12,81 na cesta básica, com cerca de 84% dos produtos levantados apresentando queda no período.

Ainda conforme a Federação, o IPF-MT lembra que são analisados os preços de 13 itens que compõem a cesta básica, levando em consideração, ainda, que o levantamento é feito com base em uma família de três a quatro pessoas.
 
O superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, destaca a diminuição nos preços em 11 dos 13 produtos analisados. “Esta semana obtivemos queda nos preços da maioria dos alimentos, o que demonstra uma queda na tendência de crescimento dos preços, sendo a primeira baixa na cesta básica desde o início do levantamento do instituto. Ou seja, na avaliação mensal, pode-se equalizar as oscilações de crescimento e queda semanais."
 
O IPF-MT aponta que a batata foi o item que apresentou maior aumento, com crescimento de 8,45% frente à semana passada, sendo o item que acumula alta de 12% nas últimas três semanas. Dentre os produtos que apresentaram queda, o tomate apresentou uma variação de -8,94%, assim como a manteiga, que obteve queda de -3,90%.
 
O superintendente explica que “além dos fatores externos influenciarem na decisão de compra do consumidor, como o aumento das chuvas no início de 2022, a alta nos preços nas semanas anteriores pode ter reduzido o consumo de bens ou foram substituídos por outros alimentos semelhantes, o que acaba por aumentar a oferta desses produtos no mercado, reduzindo o preço”, concluiu
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