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Segunda-feira, 01 de março de 2021

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Empresas de construção crescem mesmo com a chegada da pandemia

Especial para Olhar Direto - Enzo Varini / Do local - Max Aguiar

18 Jan 2021 - 15:53

Foto: Ilustração

Empresas de construção crescem mesmo com a chegada da pandemia
As empresas de construção de imóveis conseguiram contornar as crises financeiras trazidas pela pandemia em 2020. Fatores econômicos e sociais acentuaram o desejo do brasileiro pela casa própria. A construtora cuiabana MRV, atuante no ramo há 41 anos, fechou 2020 com aumento de vendas superior a 22% em relação ao ano anterior.

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As vendas líquidas da empresa bateram o recorde nacional com alta superior a 39%, se também comparadas a 2019. O gestor de vendas da construtora, Anderson Rondon, confirma os dados.
 
“Em Mato Grosso, a MRV fechou 2020 com um crescimento de mais de 22% nas vendas de imóveis se comparado a 2019, com isso, a expectativa é de que em 2021 tenhamos um cenário com números positivos. Nacionalmente tivemos recordes de vendas líquidas em 2020 com alta de 39,1% também em relação a 2019. Foi o maior volume de vendas em um ano na história da companhia."
 
A MRV exemplifica o crescimento do mercado nacional de construção. A Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) divulgou que as vendas de imóveis subiram 8,4% mesmo com o impacto da Covid-19. Esse cenário trouxe motivação para as empresas, que pretendem empreender ainda mais em 2021.
 
“Esse ano pretendemos lançar mais dez empreendimentos no estado, quatro desses já nos dois próximos meses do ano, entre eles o Chapada das Andorinhas e Chapada do Bosque", confirma Anderson.
 
Há justificativas por trás desse cenário. A mistura entre juros mais baixos, taxa SELIC a 2% e a valorização do lar causada pela quarentena causaram o aumento das vendas de imóveis.
 
"Esse bom momento é consequência de um misto de circunstância e oportunidade. Com as taxas de juros mais baixas, e a SELIC a 2%, o financiamento se tornou mais barato, e as facilidades nas condições de financiamentos ofertados no mercado colaboram para esses resultados.
 
Somados a isso, o brasileiro passou a olhar com um outro prisma o lar, que passou a ser o espaço de lazer, trabalho, de fazer atividades físicas, entre outras coisas nesse período atípico", finalizou Anderson Rondon.
 

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