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Terça-feira, 07 de abril de 2020

Notícias / Agronegócio

Mato-grossenses são capa da Revista Globo Rural e falam sobre a presença da mulher no agronegócio

Da Redação - Vinicius Mendes

10 Mar 2020 - 11:31

Foto: Fernando Martinho / Globo Rural

Mato-grossenses são capa da Revista Globo Rural e falam sobre a presença da mulher no agronegócio
As mato-grossenses Aline Bortoli e Kleidimara Pessoa, ambas com 34 anos, Nayara Modolon Scheffer, 30 anos, e Letícia Scheffer, 24, herdeiras do maior conglomerado agropecuário do mundo, o Grupo Bom Futuro (GBF), foram capa da edição da março da Revista Globo Rural. A reportagem principal falou sobre a presença da mulher nos negócios do campo e as quatro primas conversaram sobre como têm contribuído para o avanço do setor com seu ponto de vista feminino.
 
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A equipe da Globo Rural percorreu o Brasil para ver e ouvir como as mulheres estão transformando o setor e construindo o futuro nas fazendas, nas empresas e na política.  A capa da revista foi ilustrada pelas quatro mato-grossenses Aline, Kleidimara, Nayara e Letícia. À reportagem elas falaram sobre como a perspectiva que possuem, como mulheres, pode contribuir para o avanço do agronegócio, em parceria com a atuação dos homens.
 
As mato-grossenses compartilharam suas experiências nas fazendas e a revista também citou a criação do Instituto Farmun, uma organização comandada por Aline, Kleidimara, Nayara e Letícia, que tem como objetivo trazer a nova realidade do agro à tona, apresentar uma verdade que muitas pessoas ainda não tiveram a oportunidade de conhecer, de um setor que não para de evoluir.

Além disso, elas se reúnem todas as segundas-feiras na sede do Grupo Bom Futuro, em Cuiabá, para uma reunião do “conselho de família”. Cada uma representa um galho do grupo, formado por quatro núcleos familiares, e é nessa ocasião que falam sobre negócios, investimentos (todas têm empreendimentos particulares, em sua maioria propriedades rurais), novos projetos e o que fazer para irem além dos números e planilhas.

Conforme contaram à revista, o objetivo das herdeiras do GBF é criar uma estrutura para que as futuras gerações permaneçam atuando no setor do agronegócio e construam um futuro mais próspero, sem precisar migrar para a cidade.

Leia a reportagem pelo site da revista.

 
 

4 comentários

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  • Ricardo
    13 Mar 2020 às 09:01

    Engraçado. A que eu sei dessa família que pega pesado no agro é a Dayla, e a mesma nem apareceu. Vai ver estava trabalhando enquanto as outras.

  • Vitor
    11 Mar 2020 às 08:55

    Matogrossense não separa mais com hífen.

  • Gustavo
    10 Mar 2020 às 15:01

    Parabens pelo trabalho no campo e na cidade

  • Nino
    10 Mar 2020 às 13:06

    Oi, sumidas!

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