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Maggi defende agronegócio e lança estudo de macrologística em inauguração da Embrapa

Da Redação - André Garcia Santana

12 Dez 2017 - 11:44

Foto: Reprodução

Maggi defende agronegócio e lança estudo de macrologística em inauguração da  Embrapa
Em defesa do agronegócio brasileiro, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, falou mais uma vez sobre as acusações de que o setor não respeita o meio ambiente. Durante inauguração da nova Embrapa Territorial, em Campinas (SP), na segunda-feira (11),  ele adiantou que será concluído em breve estudo da macrologística do Brasil, “demonstrando, por exemplo, onde as estradas deveriam passar em função do volume de produção nas diferentes regiões”.

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De acordo com o ministro, o estudo foi pedido por ele, assim, que assumiu o ministério, ao presidente da Embrapa, Maurício Lopes, e agora está sendo finalizado. “Temos que nos reposicionar com inteligência, com conhecimento, para dar outro salto no futuro e essa unidade da Embrapa Territorial, que estamos inaugurando vem nessa direção”, disse Maggi.

“A plataforma estará à disposição de todos os empresários, estudiosos, orientando como fazer alguma coisa no Brasil”. A produção dos especialistas será decisiva para orientar os investimentos nos setores de agropecuária e em logística, explicou.

A nova unidade inaugurada resulta da unificação e integração do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica, da Embrapa Gestão Territorial e da Embrapa Monitoramento por Satélite. Segundo o MAPA, o objetivo é trabalhar com o uso e a ocupação das terras pela agropecuária e para ampliar a competitividade e sustentabilidade.

“Essa inauguração faz parte de um processo amplo de atualização e de fortalecimento da nossa empresa, atende ao contexto pelo qual o país passa, em que temos uma lei de teto de gastos que limita os recursos para as empresas, nova lei das estatais, lei de integridade”, lembrou o presidente da Embrapa.

Maurício Lopes acrescentou ainda ser importante “buscar eficiência, um foco mais apurado. Mas não é só isso, o outro grande objetivo de mudança em curso é fortalecer a nossa capacidade de fazer aquilo que é muito importante para a população brasileira: entregar valor para a sociedade”.

O desenvolvimento de três metas no campo da inovação foram definidas pelo Mapa e entidades parceiras como prioridades: o sistema de inteligência territorial para a macrologística agropecuária; a continuidade do mapeamento e análise das áreas dedicadas à preservação da vegetação nativa nos imóveis rurais com os dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a estruturação de um sistema de inteligência, gestão e monitoramento territorial para os cerrados do Brasil.

As atividades de inteligência, gestão e monitoramento visam apoiar políticas públicas, principalmente do Mapa, além dos ministérios do Desenvolvimento Social e do Planejamento e ainda prestar serviços ao setor privado. A criação desse novo centro de pesquisa visa ainda ampliar a racionalidade no uso de recursos públicos.

“A dimensão territorial é fundamental aqui e no exterior. Por isso, entre as prioridades da Embrapa em seu planejamento de futuro, está a inteligência territorial. E nós já temos mais ou menos 30 unidades da empresa que estão trabalhando conosco nessa área”, disse Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Territorial.
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